quarta-feira, 25 de julho de 2007

BADSLOV - O Terrível (Capítulo X)

Capítulo X – Os irmãos separados

Badslov, vendo-se livre do irmão, resolve deixar seu castelo mais draculesco do que antes e dois anos depois da partida de Borislov, pensa:
- Para que criados, se posso ter escravos?
Então captura os cem últimos aldeões do condado deixando-o vazio. Porém cem era pouco, Badslov comprou mais de mil negros africanos para lhe servir. Dygs foi o único que escapou das tentativas frustradas de Badslov para matá-lo.
Três anos depois chega ao condado um grupo de camponeses povoadores. Badslov ao ser informado põe-se em praça publica e diz aos homens que ali se encontravam:
- Vocês aí! Fiquem sabendo que ninguém deve me desobedecer! Ninguém!
Ergue a espada e a aponta para um escravo moribundo que ele trouxera consigo e gritando diz:
-Todos neste local serão meus escravos, como ele! E ninguém me impedirá disto!
Naquele momento, os camponeses desesperados com o futuro que os aguardava se jogaram da enorme colina que ficara ali. O céu então acizentou-se e Badslov ficou dando gargalhadas no deserto condado.
Mais cinco anos passaram-se e Badslov passou a estudar a anatomia humana, porém estas pesquisas eram realizadas com escravos vivos que, depois de serem decepados eram jogados em uma imensa fogueira.
Certa manhã, Badslov acordou com uma incrível obsessão por sangue e ao ver os escravos ajoelhados, disse:
- Inferiores, preparem-se, pois a metade de vocês morrerá agora! Ninguém me impedirá!
Matando a metade dos dez mil escravos do castelo. Dygs teve muita sorte de estar nos outros cinco mil!
Enquanto Badslov matava, vejamos o que fazia Borislov:
Ele cuidou muito bem da paróquia de Francisco, pregou a doutrina católica, curou doentes, converteu ateus, obteve sucesso em dois exorcismos, orou para a salvação do mundo e criou diversos movimentos, mas o maior deles foi da libertação dos escravos surdos. Sua fama como símbolo religioso foi levada a diversas cidades.
Um belo dia chegou o seu substituto, era um ótimo homem que cuidaria muito bem do seu trabalho e então chagava a hora de Borislov voltar ao castelo, pois tinha uma missão a cumprir: tornar o seu irmão um homem de bem!

2 comentários:

João disse...

Vamos mandar o Borislov para arrumar Brasília!!!

Fabio Capella disse...

Ou melhor, vamos mandar o Badslov para Brasilia!