Capítulo XIII – Um Final Feliz para Borislov
Borislov foi muito feliz desde a morte de Badslov, deixou a batina de lado e passou a cuidar do condado e dos povos ao seu redor governando com sabedoria e amor, todos o adoravam e sua fama era reconhecida mundialmente.
Tinha muitos criados, com os quais mantinha uma ótima relação. O castelo foi totalmente reformado e pintado de branco.
Até escreveu um livro contando a sua vida e a do seu irmão.
Durante seu reinado procurou esquecer todas as maldades que seu irmão tinha praticado na esperança que ele tivesse alcançado a paz celestial.
Certa noite estava a admirar as petúnias no jardim quando ouve passos na sua direção. Ao virar-se assustado depara-se com Jaives o seu bom amigo e mordomo. Este lhe dirige a palavra:
- No que está pensando meu bom mestre ?
Borislov responde:
- Penso que a vida se revela diferente para as pessoas, mesmo que elas sejam idênticas na aparência o que realmente define quem somos é o nosso interior!
Naquele momento um brilho veio de sua cabeça e ouviu-se um som de flautas divinas ao fundo.
Jaives percebendo a grande frase de seu senhor diz:
- Tu sabes meu mestre que nada poderia ter modificado a essência do vosso irmão? Não sabes?
Borislov controlando para não soluçar de tristeza diz:
- Não te preocupes querido amigo! Sei que não havia outra alternativa para meu irmão. Entretanto gosto de pensar que alguma bondade estava oculta naquele ser, pena que não tive tempo de explorá-la.
De repente o céu que estava estrelado escureceu, raios cruzaram os céus, um vento gélido envolveu os dois homens que conversavam nos jardins do castelo, e Jaives disse:
- Mestre o que será isso? Pareceu-me um mal pressagio! Não sentiu como se alguém estivesse zombando de nós?
Neste momento uma chuva espessa começou a cair, Borislov vira-se para o seu criado e diz:
- Não te preocupes amigo! É somente uma tempestade, vai passar!
E os dois caminham em direção ao castelo para abrigar-se da chuva e dos dias que ainda virão!
E durante muitos anos pode-se ver os restos mortais de Badslov e de seu fiel cão em uma velha árvore na colina, além de ossos havia também uma capa negra e uma coleira de ferro.
FIM
Borislov foi muito feliz desde a morte de Badslov, deixou a batina de lado e passou a cuidar do condado e dos povos ao seu redor governando com sabedoria e amor, todos o adoravam e sua fama era reconhecida mundialmente.
Tinha muitos criados, com os quais mantinha uma ótima relação. O castelo foi totalmente reformado e pintado de branco.
Até escreveu um livro contando a sua vida e a do seu irmão.
Durante seu reinado procurou esquecer todas as maldades que seu irmão tinha praticado na esperança que ele tivesse alcançado a paz celestial.
Certa noite estava a admirar as petúnias no jardim quando ouve passos na sua direção. Ao virar-se assustado depara-se com Jaives o seu bom amigo e mordomo. Este lhe dirige a palavra:
- No que está pensando meu bom mestre ?
Borislov responde:
- Penso que a vida se revela diferente para as pessoas, mesmo que elas sejam idênticas na aparência o que realmente define quem somos é o nosso interior!
Naquele momento um brilho veio de sua cabeça e ouviu-se um som de flautas divinas ao fundo.
Jaives percebendo a grande frase de seu senhor diz:
- Tu sabes meu mestre que nada poderia ter modificado a essência do vosso irmão? Não sabes?
Borislov controlando para não soluçar de tristeza diz:
- Não te preocupes querido amigo! Sei que não havia outra alternativa para meu irmão. Entretanto gosto de pensar que alguma bondade estava oculta naquele ser, pena que não tive tempo de explorá-la.
De repente o céu que estava estrelado escureceu, raios cruzaram os céus, um vento gélido envolveu os dois homens que conversavam nos jardins do castelo, e Jaives disse:
- Mestre o que será isso? Pareceu-me um mal pressagio! Não sentiu como se alguém estivesse zombando de nós?
Neste momento uma chuva espessa começou a cair, Borislov vira-se para o seu criado e diz:
- Não te preocupes amigo! É somente uma tempestade, vai passar!
E os dois caminham em direção ao castelo para abrigar-se da chuva e dos dias que ainda virão!
E durante muitos anos pode-se ver os restos mortais de Badslov e de seu fiel cão em uma velha árvore na colina, além de ossos havia também uma capa negra e uma coleira de ferro.
FIM
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