
Capítulo XVIII – A Batalha de Frodo
Dan estava possuído, toda vez que Aurélius tentava levantar-se era surpreendido pelos braços do Ogro que o arremessava contra uma parede ou contra o chão. Muitos dos seus ossos já estavam quebrados e sua consciência não se apagava devido ao seu treinamento árduo que ensinava a suportar a dor a qualquer preço.
Leinad lutava com Capella atordoado e seus golpes já não eram tão eficazes quando percebeu que o irmão estava à beira da morte. Ele ergueu seu tronco, respirou fundo e disse a Capella:
- Percebo que vocês lutam com bravura! Em nome de que é toda esta determinação?
- Lutamos para livrar o mundo de Badslov! E estamos prontos para qualquer sacrifício em nome da paz! – Disse Capella também aproveitando para respirar.
- Badslov é o nosso senhor! A ele devemos tudo!
- Errado! Badslov foi a desgraça do teu povo e só trouxe dor e ódio às suas vidas!
- Cala-te imundo! Não tens o direito de profanar o nosso nome assim! – Disse Leinad demonstrando um misto de raiva e dor.
Capella percebendo que suas palavras estavam tocando o inimigo baixou sua guarda, olhou-o por um instante e disse:
- Não deverás morrer pela minha espada! Te junta a nós, redima-se e siga o caminho do bem!
- Jamais! – Gritou Leinad esboçando um pranto. – Vou matar todos vocês e proteger o meu irmão!
Naquele instante Dan tinha segurado Aurélius pelas pernas e estava girando o seu corpo no ar. Leinad ao ver aquela cena disse a Capella:
- Lamento, mas vou terminar com você agora e salvar meu irmão, pois só o tenho neste mundo! – Partindo com a sua espada na direção do guerreiro que não se movia um milímetro.
Leinad aproximava-se com determinação, porém algo incomodava a sua consciência:
- Esse sujeito é valoroso! Será que não vai se defender dessa vez? – Pensou Leinad. – Não importa! Devo acabar com ele e salvar Aurélius antes que seja tarde!
No instante que Leinad estava pronto para atingir Capella, os dois ouviram o Ogro gritar:
- Seguraaaaaa! – Dan tinha arremessado o corpo ferido de Aurélius por cima de Leinad fazendo com que os dois caíssem desacordados sobre uma tenda dos feirantes daquele lugar.
Capella respirou fundo enquanto Dan se aproximara dizendo:
- Acho que agora ele não vai ficar por aí machucando as pessoas! Veja os ferimentos que ele me fez!
- Acalma-te meu bom amigo! Foi um bravo nessa batalha, deves descansar agora!
- Mas onde está o Sr. Frodo? – Perguntou Dan jamais se esquecendo do grande companheiro e virando-se para o outro lado da rua.
Capella também se virou para procurar o amigo e o avistou em uma luta intensa com Tiepo. Os dois estavam bem machucados, porém as espadas não descansavam por um instante. Os golpes eram desferidos com força e precisão, assim como as defesas sempre fechavam a guarda de forma eficiente. Capella ameaçou seguir na direção deles quando Dan o segurou dizendo:
- Não devemos nos meter! Frodo resolve sozinho! Eu acredito no Sr. Frodo!
Capella parou então e aproveitou para descansar também, a sua luta com Leinad não tinha sido nada fácil e os seus ferimentos ardiam em contato com o suor que emanava do seu corpo devido ao calor infernal daquela tarde.
Os dois valentes guerreiros ficaram acompanhando a luta do amigo que parecia sem fim, Frodo estava agora empurrando o inimigo a abrindo certa distância para poder falar:
- Percebeste que seus amigos foram derrotados? Sabes que terás o mesmo destino Tiepo!
- Aqueles fracos perderam porque foram descuidados, mas saberás que minha espada não cairá! – Retrucou o servo do mal.
- Não me dá outra escolha senão provar-te o contrário!
Então Frodo saltou girando no ar com sua lamina, Tiepo tentou acompanhar o movimento do guerreiro, mas ao olhar para cima teve sua visão interrompida pelos violentos raios de sol ficando totalmente cego. Frodo caiu atrás do inimigo aplicando-lhe uma rasteira que derrubou Tiepo no chão empoeirado daquele condado.
Tiepo ainda tentou desferir um golpe, mas Frodo rebateu a espada do inimigo lançando-a a uma distância de seis metros. Capella e Dan vibraram com o acontecido e correram para perto do companheiro. A luta estava ganha e Frodo aproximou-se do inimigo apontando sua espada para o seu pescoço dizendo:
- Não pretendo derramar o teu sangue aqui! Vá em paz e procure outra forma de ganhar a vida!
Tiepo não se dando por vencido juntou um punhado de terra a atirou nos olhos de Frodo, fazendo com que o guerreiro recuasse um pouco. Naquele momento Tiepo lançou-se sobre o herói derrubando a espada do guerreiro e iniciando uma luta corporal violenta. Enquanto os dois rolavam no árido solo da praça principal, Capella e Dan torciam para que o amigo desse a derradeira lição no espanhol.
Tiepo tinha conseguido certa vantagem e começara a sufocar Frodo apertando o seu pescoço com suas mãos assassinas. Frodo tentava desvencilhar-se de Tiepo, mas não estava conseguindo respirar, foi quando avistou próximo ao seu braço uma pedra que utilizou imediatamente para atingir a cabeça de seu inimigo que liberou o seu pescoço.
O guerreiro da amizade correu então em direção a sua espada que estava a poucos metros dali perseguido por Tiepo que se levantara e tinha partido no seu encalço. Quando estava próximo da sua lâmina, Frodo rolou no chão agarrando-a com as mãos e virando-se no sentido contrário de onde vinha Tiepo. O espanhol que corria freneticamente não conseguiu controlar seus movimentos devido ao terreno e acabou atravessado pela lamina de Frodo que atingira o seu abdômen.
Tiepo olhava com um ódio profundo para Frodo e com o sangue escorrendo pela boca proferiu:
- Maldito! Arhhggg... Você me derroutouu... Caindo imediatamente no chão sem nenhum movimento corpóreo.
Capella e Dan vibraram com o desfecho do duelo e se aproximaram do amigo que ainda estava recuperando o fôlego. Frodo levantou-se e disse:
- Sujeito arrogante esse! Teve o final que merecia!
- Isso mesmo Sr. Frodo! O Senhor Acabou com ele, Hehehe! – Disse Dan dando tapinhas nas costas de Frodo.
Capella e Dan estavam contentes e não perceberam que alguém se aproximava, Frodo que estava olhando naquela direção fez sinal para os amigos e disse:
- Pessoal! Vem mais encrenca por aí!
Dan e Capella viraram-se e viram que Leinad caminhava com dificuldades na direção dos guerreiros, ele carregava o corpo de Aurélius nos braços. Dan já pronto para a batalha disse:
- Sujeitinho insistente! Acabei com o irmão e acabo com ele também! – Já puxando sua espada.
- Não grande amigo! Creio que não será necessário! – Disse Capella segurando Dan.
Leinad que já estava bem próximo encarou Capella fitando seus olhos, seu semblante era sério e suas intenções indefinidas. Dan e Frodo não tinham idéia de que atitude Capella estava esperando do inimigo, mas podiam perceber que Aurélius não tinha muito tempo de vida. Naquele momento um raio cruzou os céus e uma chuva espessa começou a cair em resposta ao calor estremecedor que acompanhou toda batalha.
Dan estava possuído, toda vez que Aurélius tentava levantar-se era surpreendido pelos braços do Ogro que o arremessava contra uma parede ou contra o chão. Muitos dos seus ossos já estavam quebrados e sua consciência não se apagava devido ao seu treinamento árduo que ensinava a suportar a dor a qualquer preço.
Leinad lutava com Capella atordoado e seus golpes já não eram tão eficazes quando percebeu que o irmão estava à beira da morte. Ele ergueu seu tronco, respirou fundo e disse a Capella:
- Percebo que vocês lutam com bravura! Em nome de que é toda esta determinação?
- Lutamos para livrar o mundo de Badslov! E estamos prontos para qualquer sacrifício em nome da paz! – Disse Capella também aproveitando para respirar.
- Badslov é o nosso senhor! A ele devemos tudo!
- Errado! Badslov foi a desgraça do teu povo e só trouxe dor e ódio às suas vidas!
- Cala-te imundo! Não tens o direito de profanar o nosso nome assim! – Disse Leinad demonstrando um misto de raiva e dor.
Capella percebendo que suas palavras estavam tocando o inimigo baixou sua guarda, olhou-o por um instante e disse:
- Não deverás morrer pela minha espada! Te junta a nós, redima-se e siga o caminho do bem!
- Jamais! – Gritou Leinad esboçando um pranto. – Vou matar todos vocês e proteger o meu irmão!
Naquele instante Dan tinha segurado Aurélius pelas pernas e estava girando o seu corpo no ar. Leinad ao ver aquela cena disse a Capella:
- Lamento, mas vou terminar com você agora e salvar meu irmão, pois só o tenho neste mundo! – Partindo com a sua espada na direção do guerreiro que não se movia um milímetro.
Leinad aproximava-se com determinação, porém algo incomodava a sua consciência:
- Esse sujeito é valoroso! Será que não vai se defender dessa vez? – Pensou Leinad. – Não importa! Devo acabar com ele e salvar Aurélius antes que seja tarde!
No instante que Leinad estava pronto para atingir Capella, os dois ouviram o Ogro gritar:
- Seguraaaaaa! – Dan tinha arremessado o corpo ferido de Aurélius por cima de Leinad fazendo com que os dois caíssem desacordados sobre uma tenda dos feirantes daquele lugar.
Capella respirou fundo enquanto Dan se aproximara dizendo:
- Acho que agora ele não vai ficar por aí machucando as pessoas! Veja os ferimentos que ele me fez!
- Acalma-te meu bom amigo! Foi um bravo nessa batalha, deves descansar agora!
- Mas onde está o Sr. Frodo? – Perguntou Dan jamais se esquecendo do grande companheiro e virando-se para o outro lado da rua.
Capella também se virou para procurar o amigo e o avistou em uma luta intensa com Tiepo. Os dois estavam bem machucados, porém as espadas não descansavam por um instante. Os golpes eram desferidos com força e precisão, assim como as defesas sempre fechavam a guarda de forma eficiente. Capella ameaçou seguir na direção deles quando Dan o segurou dizendo:
- Não devemos nos meter! Frodo resolve sozinho! Eu acredito no Sr. Frodo!
Capella parou então e aproveitou para descansar também, a sua luta com Leinad não tinha sido nada fácil e os seus ferimentos ardiam em contato com o suor que emanava do seu corpo devido ao calor infernal daquela tarde.
Os dois valentes guerreiros ficaram acompanhando a luta do amigo que parecia sem fim, Frodo estava agora empurrando o inimigo a abrindo certa distância para poder falar:
- Percebeste que seus amigos foram derrotados? Sabes que terás o mesmo destino Tiepo!
- Aqueles fracos perderam porque foram descuidados, mas saberás que minha espada não cairá! – Retrucou o servo do mal.
- Não me dá outra escolha senão provar-te o contrário!
Então Frodo saltou girando no ar com sua lamina, Tiepo tentou acompanhar o movimento do guerreiro, mas ao olhar para cima teve sua visão interrompida pelos violentos raios de sol ficando totalmente cego. Frodo caiu atrás do inimigo aplicando-lhe uma rasteira que derrubou Tiepo no chão empoeirado daquele condado.
Tiepo ainda tentou desferir um golpe, mas Frodo rebateu a espada do inimigo lançando-a a uma distância de seis metros. Capella e Dan vibraram com o acontecido e correram para perto do companheiro. A luta estava ganha e Frodo aproximou-se do inimigo apontando sua espada para o seu pescoço dizendo:
- Não pretendo derramar o teu sangue aqui! Vá em paz e procure outra forma de ganhar a vida!
Tiepo não se dando por vencido juntou um punhado de terra a atirou nos olhos de Frodo, fazendo com que o guerreiro recuasse um pouco. Naquele momento Tiepo lançou-se sobre o herói derrubando a espada do guerreiro e iniciando uma luta corporal violenta. Enquanto os dois rolavam no árido solo da praça principal, Capella e Dan torciam para que o amigo desse a derradeira lição no espanhol.
Tiepo tinha conseguido certa vantagem e começara a sufocar Frodo apertando o seu pescoço com suas mãos assassinas. Frodo tentava desvencilhar-se de Tiepo, mas não estava conseguindo respirar, foi quando avistou próximo ao seu braço uma pedra que utilizou imediatamente para atingir a cabeça de seu inimigo que liberou o seu pescoço.
O guerreiro da amizade correu então em direção a sua espada que estava a poucos metros dali perseguido por Tiepo que se levantara e tinha partido no seu encalço. Quando estava próximo da sua lâmina, Frodo rolou no chão agarrando-a com as mãos e virando-se no sentido contrário de onde vinha Tiepo. O espanhol que corria freneticamente não conseguiu controlar seus movimentos devido ao terreno e acabou atravessado pela lamina de Frodo que atingira o seu abdômen.
Tiepo olhava com um ódio profundo para Frodo e com o sangue escorrendo pela boca proferiu:
- Maldito! Arhhggg... Você me derroutouu... Caindo imediatamente no chão sem nenhum movimento corpóreo.
Capella e Dan vibraram com o desfecho do duelo e se aproximaram do amigo que ainda estava recuperando o fôlego. Frodo levantou-se e disse:
- Sujeito arrogante esse! Teve o final que merecia!
- Isso mesmo Sr. Frodo! O Senhor Acabou com ele, Hehehe! – Disse Dan dando tapinhas nas costas de Frodo.
Capella e Dan estavam contentes e não perceberam que alguém se aproximava, Frodo que estava olhando naquela direção fez sinal para os amigos e disse:
- Pessoal! Vem mais encrenca por aí!
Dan e Capella viraram-se e viram que Leinad caminhava com dificuldades na direção dos guerreiros, ele carregava o corpo de Aurélius nos braços. Dan já pronto para a batalha disse:
- Sujeitinho insistente! Acabei com o irmão e acabo com ele também! – Já puxando sua espada.
- Não grande amigo! Creio que não será necessário! – Disse Capella segurando Dan.
Leinad que já estava bem próximo encarou Capella fitando seus olhos, seu semblante era sério e suas intenções indefinidas. Dan e Frodo não tinham idéia de que atitude Capella estava esperando do inimigo, mas podiam perceber que Aurélius não tinha muito tempo de vida. Naquele momento um raio cruzou os céus e uma chuva espessa começou a cair em resposta ao calor estremecedor que acompanhou toda batalha.
2 comentários:
ai, que esta batalha não tem fim!
ela por sí só esta se tornando um épico!
devemos pois mudar o nome do livro para os cavaleiros da virtude?
ps: "plim plim plim" ... inveja detected ...
hehehehe
Esta narração está demais!!!
Mas e o "Zé da Folha"? Acho que um personagem como este deve reaparecer em mais alguns capítulos, e com músicas mais irritantes, como a do Elefante,ou com a do Ovo Podre....
HEHHEEHEHHE
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