As Freirinhas Virgens
Sou conhecido:
- Pela minha lealdade ao Mestre-do-Ai-de-Ti-Se-Me-Traires;
- Pela minha habilidade com a espada;
- Pela minha crueldade nas diversas diligências que protagonizei, em nome do Mestre-do-Mal-Eterno;
- Pela minha incomparável inteligência e perspicácia;
- Pela minha modéstia; e
- Pela minha preferência pelas pobres e indefesas freirinhas virgens ...
Talvez a história - espada de dois gumes que pode tornar um grande homem um completo desconhecido, e um imbecíl um herói - distorça esta minha pequena fraqueza pelas freiras e me faça parecer um aproveitador barato. Portanto, decidi esclarecer (JAMAIS EXPLICAR, porque não devo satisfações a ninguém! com exceção de você-sabe-quem...) este assunto.
Estava eu, certa noite, deitado em meu quarto, após um dia duro de trabalho. Neste dia, dizimamos algumas aldeias e nos aproveitamos das camponesas do local, antes de matá-las. Fazemos isso não por pura diversão, apenas não gostamos de compromisso. De repente, tentando dormir o sono dos injustos, fiquei incomodado com uma comichão. Obiviamente cocei-a, mas a comichão estava a persistir.
Levantei e fui procurar por uma garrafa de destilado que guardo para as noites de grande insônia.
Tomei um gole, outro pus lá no local da comichão. Por Guenitalius(*) a dor foi insuportável!
Alguns abanos e assoprões depois, a comichão sossegou.
Levantei e fui procurar por uma garrafa de destilado que guardo para as noites de grande insônia.
Tomei um gole, outro pus lá no local da comichão. Por Guenitalius(*) a dor foi insuportável!
Alguns abanos e assoprões depois, a comichão sossegou.
No dia seguinte, preocupado com a coloração adquirida no local do comichão, e prevendo que ele voltaria, fui procurar um conhecido Xamã em uma caverna próxima ao castelo.
Chegando lá encontrei o Xamã sentado em frente a uma grande fogueira, fumando um cigarro de palha e rezando para seus Deuses Pagães(**). Assim que me aproximei, sem interromper sua reza, ele me fez sinal que sentasse próximo ao fogo. Após alguns instantes, ele olhou diretamente em meus olhos e disse:
- O que te aflige, enviado do Mestre-do-Mal? Acaso vieste com a intenção de me mandar à vida após à morte?
- Não diga asneiras, velho! Se assim o fosse, mandaria um mameluco realizar o trabalho. Necessito de seus conhecimentos sobre ervas, afim de curar um comichão.
- E onde está comichando? Destruidor de aldeias, matador de aldeões e aproveitador de camponesas!
- Aqui ó, velho insolente!
- Hmmmm, mas isso está bem feio!
- O que posso usar afim de acabar com este suplício?
- Nada ...
- Nada!!!! mas como nada, velho imprestável!
- Se você não ficar coçando, isso passa em alguns dias... à propósito você deveria escolher melhor aonde bota sua "espada" jovem guerreiro negro... se é que entende a minha recomendação de duplo sentido.
- Por Gilletus(***), velho insolente! Não fosse as ordens do Mestre-da-Ingratidão que me impedem de te ferir, eu te partiria agora mesmo ao meio, e pregaria tuas mãos às portas do castelo!
- Dê-me, então, algo que me faça dormir a noite enquanto este suplicio não sara por sí só!
- Tome aqui estas ervas, negro cavaleiro invocado! Beba um chá disto antes de deitar...
O maldito velho, após me dar o punhado de ervas, voltou as suas rezas. Não fosse a superstição do Mestre-do-Na-Duvida-Deixemos-Como-Está sobre matar estes malditos feiticeiros, teria eu liquidado com aquele punhado de rugas!
Mas uma coisa não posso negar, aquele feiticeiro tinha razão à respeito de meus hábitos libidinosos.
Camponesas imundas, me passaram toda sorte de pestes!
Durante o período de convalecência refleti muito a respeito da comichão.
Mas uma coisa não posso negar, aquele feiticeiro tinha razão à respeito de meus hábitos libidinosos.
Camponesas imundas, me passaram toda sorte de pestes!
Durante o período de convalecência refleti muito a respeito da comichão.
Eu não queria voltar a passar por esta provação novamente, mas não poderia deixar de me divertir tampouco.
Não há muito mais o que fazer por aqui nos períodos entre-guerras, e há o perigo do povo me deixar mal falado! Imaginem estes camponeses miseráveis fofocando que o General das Trevas se transformou em maricas, e toda sorte de outras piadas de duplo sentido! JAMAIS permitiria eu isso!
O que fazer então?
Pois, me ocorreu um pensamento.
As freiras!!! Porque não?
Afinal não sou homem de religião, a palavra pecado mortal não consta de meu dicionário, isso iria me trazer uma fama a mais para minha já terrível reputação. E o melhor de tudo! São limpas, e não podem ter compromisso!
Desta forma não necessito matá-las, depois do ... voces sabem ... e podemos dispô-las novamente.
E assim começou esta preferência.
Não há muito mais o que fazer por aqui nos períodos entre-guerras, e há o perigo do povo me deixar mal falado! Imaginem estes camponeses miseráveis fofocando que o General das Trevas se transformou em maricas, e toda sorte de outras piadas de duplo sentido! JAMAIS permitiria eu isso!
O que fazer então?
Pois, me ocorreu um pensamento.
As freiras!!! Porque não?
Afinal não sou homem de religião, a palavra pecado mortal não consta de meu dicionário, isso iria me trazer uma fama a mais para minha já terrível reputação. E o melhor de tudo! São limpas, e não podem ter compromisso!
Desta forma não necessito matá-las, depois do ... voces sabem ... e podemos dispô-las novamente.
E assim começou esta preferência.
(*) Guenitalius = Deus do ... AHHHHH me poupem vocês já entenderam, não é mesmo?
(**) Deuses Pagães = Ou Deuses Pagões, se não me engano a gramática permite as duas formas.
(***) Gilletus = Poderoso Deus das Lâminas das Espadas dos Guerreiros-de-Curto-Pavio, sou Devoto fervoroso do mesmo.

2 comentários:
espero não ter ficado por demais pornográfico!
Tudo bem, desde que não se meta com as freirinhas de Ieravan!!!!!
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