Problemas Diplomáticos (o retorno ...)Estavámos nós (Eu, meu exército, os cachorrossauros e as catapultas. Não necessáriamente nesta ordem...) no sétimo dia da campanha contra o Reino de Asgard, quando me ocorreu que de acordo com o Bom Livro (só para relembrar: A Arte da Guerra em Tempos de Guerra) o combate estava ocorrendo fora do cronograma. O Bom Livro diz claramente:
"As oito primeiras incursões contra uma fortaleza com altos muros, cercada por fosso e guardada por torres armadas, são necessárias para minar as defesas inimigas. Permitindo que as próximas incursões se dediquem à aplicação de táticas de invasão da fortaleza, conforme a pag.457 - figuras 4.3 e 4.4 (sempre observando as condições climáticas)."
Pois bem, como eu já disse, estávamos no sétimo dia. Tínhamos realizado uma incursão e meia por dia, sendo que meia incursão é quando eu envio as tropas até o castelo e recuo as mesmas para o acampamento, sem que seja realizado ataque. Portanto, fazendo rapidamente as contas tinhamos realizado aproximadamente dez incursões, sendo que as últimas cinco incursões já estavam ocorrendo no interior do castelo!
Chamei os comandantes responsáveis por liderar as incursões e descobri que o culpado por não cumprir o cronograma era um mameluco de nome Xevius. Conforme o Bom Livro em campanha qualquer forma de insubordinação deve ser punida com a morte! Entretanto, descobri algo a respeito deste mameluco que me fez, pela primeira vez em minha vida de comandante, não seguir à risca as orientações (do Bom Livro).
Às vezes meu interesse pela ciência se sobrepõe as minhas obrigações de General. Xevius possuía características, ou melhor, ausência de características que inauguravam um novo ramo de classificação científica. Transcrevendo agora este trecho, recordo-me que nos relatos anteriores não dei a devida atenção a minha classificação científica dos mamelucos. Afim de que não me extenda por demasiado, aproveito a oportunidade para utilizá-lo (Xevius, o mameluco) como exemplo. Então, quando me deparo com tal oportunidade (o surgimento de uma nova raça de mameluco), eu assim procedo:
- Fico tremendamente empolgado;
- Faço uma entrevista com o dito cujo, afim de levantar as ausências de características;
- Anoto as ausências de características;
- Coloco um ramo novo na árvore genealógica mameluca.
Acredito não ter comentado, mas a classificação das raças de mamelucos se dá pela ausência de características. Utilizando esta técnica, Xevius (o mameluco) ficou assim classificado:
Etnias = Mameluco
Acredito não ter comentado, mas a classificação das raças de mamelucos se dá pela ausência de características. Utilizando esta técnica, Xevius (o mameluco) ficou assim classificado:
Etnias = Mameluco
Ramos = Mameluco
Famílias = Mameluco
Sub-Familias = Mamelucus
Filos = Mamelucus
Sub-Filos = Mamelucus
Ordem = Guerreirus
Etc = Não deve ser preenchido.
A principal ausência de característica da raça Guerreirus (nome popular, afim de não ser necessário descrever o nome científico completo) é a capacidade de, em batalha, utilizar apenas a espada, ou o escudo! Coisa rara, porque esta raça consegue utilizar os dois instrumentos ao mesmo tempo!
Voltando ao problema do cronograma. Poupei Xevius, por que no fim das contas a culpa não foi apenas dele. Os incompetentes guerreiros do Castelo de Asgard, pelo que entendi, foram pegos de surpresa pelos primeiros ataques. Sendo assim, não tiveram oportunidade de se defender de forma apropriada. E me digam, posso eu cobrar destes imbecís mamelucos que se comportem de acordo com as regras do Bom Livro? Ficaram tão empolgados com a facilidade com que entraram no castelo que já estavam próximos a liquidar com a campanha! Graças à Kratus(*) eu percebi o erro a tempo de por o cronograma em ordem.
O Bom Livro diz que quando o combate chega a sua metade é hora de o General (no caso EU) começar a participar mais ativamente das batalhas, ou seja, deixar o conforto da tenda, montar no cavalo e sacar de sua espada. Se neste último momento o cavalo empinar é sinal de boa sorte! Supondo que não se caia do mesmo (do cavalo).
Peguei em armas, realizei alguns confrontos bastante interessantes. Não irei descrevê-los porque a modéstia não permite. Por fim, conseguimos (dentro do cronograma) acuar a a Rainha e a Princesa. Elas estão sendo fortemente protegidas por alguns guerreiros resistentes, mas é questão de tempo conseguir suas cabeças, conforme ordenado pelo do Mestre-Da-Terrível-Coleção-de-Cabeças. No momento me encontro pousando para o pintor Napolitano (o pintor, não o sorvete), que veio de Nápoles (por isso Napolitano), registrar mais esta vitória. Este quadro, em que apareço em primeiro plano com minhas tropas ao fundo, mais os casebres da região, ficará muito bem em meu salão de troféus.
Após o registro, segundo o Bom Livro, devo escolher um substituto em comando. Este deverá permanecer para por fim a pequena resistência e me entregar as cabeças dos inimigos, para que eu as leve ao Mestre-Da-Terrível-Coleção-de-Cabeças. Como Xevius me parece capaz de realizar esta tarefa, indiquei-o para tal posto. Ainda, segundo o Bom Livro, deveria eu comunicar ao comando central (acredito que o livro se refira ao castelo do Mestre). Tenho inúmeros motivos para realizar tal comunicação pessoalmente.Portanto é o que irei fazê-lo.
Kratus(*) = Poderoso Deus da Guerra do Famoso Jogo God of War, para console PS2, algo que não existia na época (o console PS2, não o Deus).
A principal ausência de característica da raça Guerreirus (nome popular, afim de não ser necessário descrever o nome científico completo) é a capacidade de, em batalha, utilizar apenas a espada, ou o escudo! Coisa rara, porque esta raça consegue utilizar os dois instrumentos ao mesmo tempo!
Voltando ao problema do cronograma. Poupei Xevius, por que no fim das contas a culpa não foi apenas dele. Os incompetentes guerreiros do Castelo de Asgard, pelo que entendi, foram pegos de surpresa pelos primeiros ataques. Sendo assim, não tiveram oportunidade de se defender de forma apropriada. E me digam, posso eu cobrar destes imbecís mamelucos que se comportem de acordo com as regras do Bom Livro? Ficaram tão empolgados com a facilidade com que entraram no castelo que já estavam próximos a liquidar com a campanha! Graças à Kratus(*) eu percebi o erro a tempo de por o cronograma em ordem.
O Bom Livro diz que quando o combate chega a sua metade é hora de o General (no caso EU) começar a participar mais ativamente das batalhas, ou seja, deixar o conforto da tenda, montar no cavalo e sacar de sua espada. Se neste último momento o cavalo empinar é sinal de boa sorte! Supondo que não se caia do mesmo (do cavalo).
Peguei em armas, realizei alguns confrontos bastante interessantes. Não irei descrevê-los porque a modéstia não permite. Por fim, conseguimos (dentro do cronograma) acuar a a Rainha e a Princesa. Elas estão sendo fortemente protegidas por alguns guerreiros resistentes, mas é questão de tempo conseguir suas cabeças, conforme ordenado pelo do Mestre-Da-Terrível-Coleção-de-Cabeças. No momento me encontro pousando para o pintor Napolitano (o pintor, não o sorvete), que veio de Nápoles (por isso Napolitano), registrar mais esta vitória. Este quadro, em que apareço em primeiro plano com minhas tropas ao fundo, mais os casebres da região, ficará muito bem em meu salão de troféus.
Após o registro, segundo o Bom Livro, devo escolher um substituto em comando. Este deverá permanecer para por fim a pequena resistência e me entregar as cabeças dos inimigos, para que eu as leve ao Mestre-Da-Terrível-Coleção-de-Cabeças. Como Xevius me parece capaz de realizar esta tarefa, indiquei-o para tal posto. Ainda, segundo o Bom Livro, deveria eu comunicar ao comando central (acredito que o livro se refira ao castelo do Mestre). Tenho inúmeros motivos para realizar tal comunicação pessoalmente.Portanto é o que irei fazê-lo.
Kratus(*) = Poderoso Deus da Guerra do Famoso Jogo God of War, para console PS2, algo que não existia na época (o console PS2, não o Deus).

4 comentários:
E assim termina a saga de Asgard!
Meu pequeno épico belicista.
Gostaria de saber a opinião dos colegas de blog.
Minha sincera opinião é que o grande Scottuns é um burocrata prolixo, heheheh!
Oh cara fica tomando decisões com base em um livro que poderia chamar-se "Consquistar Impérios for Dummies". Quando tem que entrar em ação, os mamelucos e cachorrossauras já fizeram todo o trabalho sujo. Quando tinha que matar duas crianças as perdeu de vista e ainda por cima fica tagarelando na hora de eliminar os inimigos, o que poderá um dia lhe custar a vida.
Fala sério, começo a achar que o Scottuns tem muito mais sorte do que juizo!
Caro guerreiro Capella,
gostaria de lhe esclarecer que me enfureço com críticas negativas!
Algum elogio?
Apenas em relação à chapinha. É uma beleza! hehehehe
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