
Capítulo XXXI – O mistério do mameluco
A noite caiu em Schoenstat e a Média Escandinávia presenciava mais uma noite sombria e tempestuosa. Raios cruzavam os céus e lobos satânicos uivavam pelas colinas do “Desfiladeiro Del Diablo”. Nos arredores do castelo um grande grupo de mamelucos preparava os cavalos e armamentos para mais uma batalha sangrenta em nome de Badslov.
Em sua torre negra Badslov estava torturando alguns frades da ordem dos cartuchos sem bengala. Esses pobres homens que apresentavam grande dificuldade em se locomover devido às deficiências genéticas viviam felizes nas terras geladas de Asgard até o fatídico dia em que foram trazidos como escravos e por que não dizer cobaias do terrível conde do mal.
Badslov divertia-se sossegadamente arrancando as pernas boas dos freis mancos e deixando-os se arrastar gemendo de dor pelo seu maldito observáculo. No momento que o sangue já tinha jorrado de forma satisfatória, Badslov rastejava pelo pútrido chão lambendo os coágulos espalhados pelo piso até chegar ao frei que já agonizava fatalmente. Era um horror, e em um desses momentos, Richard Scottuns apresentou-se diante do mestre dizendo:
- Senhor! Permita-me uma audiência com vossa crueldade!
O maldito servo das malditas maldades levantou-se lambendo os beiços e caminhou em direção ao seu general dizendo:
- Parabéns sarcástico lacaio! Essa safra de freis está deliciosa! Ahahaha. O que desejas de mim está noite em que estou de excelente humor negro?
- Mestre! Vim trazer-lhe um mameluco que retornou do leste com uma notícia perturbadora!
- Que notícia? Diga seu infeliz! – Disse Badslov já desmanchando seu aparente bom humor.
- Não sei ao certo mestre! Pedirei que meu capacho pessoal entre com o mameluco! – Disse Scottuns virando-se para a imensa porta do mais nobre carvalho – Kovalski adentre-se nesse recinto!
Naquele instante o promissor discípulo de Scottuns penetrou na sala obscurecida e manchada pelo sangue dos inocentes. Ele trazia uma criatura terrível e asquerosa, ou seja, condizente com os demais seres das trevas que ali estavam. Kovalski parou diante de Scottuns e fez uma reverencia ajoelhando-se diante dos dois mestres.
Badslov que observara a cena estranhou, entretanto a sua curiosidade voltou-se ao mameluco que tivera ambos os braços arrancados de forma precisa por alguma lâmina, o maldito senhor das trevas aproximou-se do lacaio e perguntou:
- Ser desprezível! Quem ousou molestar-te dessa forma?
- Gue...gue....gue...gue...rre...rre... – Tentava soletrar o débil mameluco que perdera todo o movimento facial ao deparar-se com a terrível criatura que habitava o desfiladeiro del Diablo.
- Fale seu desgraçado! – Gritou Badslov. – Porque esse infeliz fica babando desse jeito?
- Mestre ele esbarrou na nossa criatura da montanha! Foi encontrado lá já nesse estado!
- Imbecil! Que noticias esse estrupício pode me trazer dessa forma!
De repente o mameluco começou a babar mais intensamente e num espasmo descontrolado lançou parte de sua secreção bucal no sapato de Badslov. O maníaco monstro do inferno enfureceu-se, abriu a capa e ergueu a espada dizendo:
- Ninguém! Repito ninguém baba em Badslov!
Arrancando com um único movimento as duas pernas do desafortunado mameluco que caiu no chão gemendo de dor.
Scottuns tentou impedir Badslov, entretanto lhe ocorrera que não seria prudente ante a fúria descontrolada do senhor das negras hordas.
Kovalski que observava tudo em silencio ficou apavorado, uma sensação bem antagônica daquela que sempre imaginou sentir diante do mestre dos mestres. Sua criação em meio aos mamelucos sempre lhe impediu de desenvolver grandes raciocínios e conclusões, entretanto o seu conhecimento era muito superior a qualquer outro da sua raça devido aos ensinamentos secretos do seu mestre Scottuns, este conhecimento lhe permitia inclusive refletir sobre algumas conclusões obvias e uma delas surgiu em sua cabeça de pronto ao presenciar a cena do mameluco: - Esse sujeito é bem perigoso! Acho melhor não visitá-lo com freqüência! (brilhante raciocínio de preservação de espécie, talvez os mamelucos realmente tenham evoluído).
Badslov levantou-se e encarou Scottuns dizendo:
- Da próxima vez que trouxeres um demente a minha presença, certifique-se antes que ele consiga dar o recado!
- Sim meu Senhor! Perdoe-me!
- Retirem-se agora mesmo! E levem daqui esse pedaço de carne. Utilizem essa criatura como munição para a catapulta em Ieravan! Ahaha.
Scottuns apavorado com a situação nem ousou retrucar o mestre, muito menos informá-lo que o mameluco tinha capacidade de desenhar com os pés, dom estranho que o classificaria como outra raça de mameluco, mas isso já não importava mais. O importante é que Scottuns viu o desenho do desastrado mameluco, e esta informação o deixou preocupado com o que poderia encontrar na direção a Ieravan.
Ao descer as intermináveis escadarias da torre Scottuns olhou para Kovalski e disse:
- Meu discípulo! Creio que o ciclo está completo, vosso treinamento demandará um teste de fogo!
- Sim meu senhor! O que pretendes com este vosso servo?
- Tu conduzirás o ataque a Ieravan!
- Sério mestre! Será uma honra senhor das terríveis-palavras-compostas. – Falou o lacaio faceiro.
- Mas antes tu terás que sobreviver a uma reunião matinal com o Mestre... Ahaha
A noite caiu em Schoenstat e a Média Escandinávia presenciava mais uma noite sombria e tempestuosa. Raios cruzavam os céus e lobos satânicos uivavam pelas colinas do “Desfiladeiro Del Diablo”. Nos arredores do castelo um grande grupo de mamelucos preparava os cavalos e armamentos para mais uma batalha sangrenta em nome de Badslov.
Em sua torre negra Badslov estava torturando alguns frades da ordem dos cartuchos sem bengala. Esses pobres homens que apresentavam grande dificuldade em se locomover devido às deficiências genéticas viviam felizes nas terras geladas de Asgard até o fatídico dia em que foram trazidos como escravos e por que não dizer cobaias do terrível conde do mal.
Badslov divertia-se sossegadamente arrancando as pernas boas dos freis mancos e deixando-os se arrastar gemendo de dor pelo seu maldito observáculo. No momento que o sangue já tinha jorrado de forma satisfatória, Badslov rastejava pelo pútrido chão lambendo os coágulos espalhados pelo piso até chegar ao frei que já agonizava fatalmente. Era um horror, e em um desses momentos, Richard Scottuns apresentou-se diante do mestre dizendo:
- Senhor! Permita-me uma audiência com vossa crueldade!
O maldito servo das malditas maldades levantou-se lambendo os beiços e caminhou em direção ao seu general dizendo:
- Parabéns sarcástico lacaio! Essa safra de freis está deliciosa! Ahahaha. O que desejas de mim está noite em que estou de excelente humor negro?
- Mestre! Vim trazer-lhe um mameluco que retornou do leste com uma notícia perturbadora!
- Que notícia? Diga seu infeliz! – Disse Badslov já desmanchando seu aparente bom humor.
- Não sei ao certo mestre! Pedirei que meu capacho pessoal entre com o mameluco! – Disse Scottuns virando-se para a imensa porta do mais nobre carvalho – Kovalski adentre-se nesse recinto!
Naquele instante o promissor discípulo de Scottuns penetrou na sala obscurecida e manchada pelo sangue dos inocentes. Ele trazia uma criatura terrível e asquerosa, ou seja, condizente com os demais seres das trevas que ali estavam. Kovalski parou diante de Scottuns e fez uma reverencia ajoelhando-se diante dos dois mestres.
Badslov que observara a cena estranhou, entretanto a sua curiosidade voltou-se ao mameluco que tivera ambos os braços arrancados de forma precisa por alguma lâmina, o maldito senhor das trevas aproximou-se do lacaio e perguntou:
- Ser desprezível! Quem ousou molestar-te dessa forma?
- Gue...gue....gue...gue...rre...rre... – Tentava soletrar o débil mameluco que perdera todo o movimento facial ao deparar-se com a terrível criatura que habitava o desfiladeiro del Diablo.
- Fale seu desgraçado! – Gritou Badslov. – Porque esse infeliz fica babando desse jeito?
- Mestre ele esbarrou na nossa criatura da montanha! Foi encontrado lá já nesse estado!
- Imbecil! Que noticias esse estrupício pode me trazer dessa forma!
De repente o mameluco começou a babar mais intensamente e num espasmo descontrolado lançou parte de sua secreção bucal no sapato de Badslov. O maníaco monstro do inferno enfureceu-se, abriu a capa e ergueu a espada dizendo:
- Ninguém! Repito ninguém baba em Badslov!
Arrancando com um único movimento as duas pernas do desafortunado mameluco que caiu no chão gemendo de dor.
Scottuns tentou impedir Badslov, entretanto lhe ocorrera que não seria prudente ante a fúria descontrolada do senhor das negras hordas.
Kovalski que observava tudo em silencio ficou apavorado, uma sensação bem antagônica daquela que sempre imaginou sentir diante do mestre dos mestres. Sua criação em meio aos mamelucos sempre lhe impediu de desenvolver grandes raciocínios e conclusões, entretanto o seu conhecimento era muito superior a qualquer outro da sua raça devido aos ensinamentos secretos do seu mestre Scottuns, este conhecimento lhe permitia inclusive refletir sobre algumas conclusões obvias e uma delas surgiu em sua cabeça de pronto ao presenciar a cena do mameluco: - Esse sujeito é bem perigoso! Acho melhor não visitá-lo com freqüência! (brilhante raciocínio de preservação de espécie, talvez os mamelucos realmente tenham evoluído).
Badslov levantou-se e encarou Scottuns dizendo:
- Da próxima vez que trouxeres um demente a minha presença, certifique-se antes que ele consiga dar o recado!
- Sim meu Senhor! Perdoe-me!
- Retirem-se agora mesmo! E levem daqui esse pedaço de carne. Utilizem essa criatura como munição para a catapulta em Ieravan! Ahaha.
Scottuns apavorado com a situação nem ousou retrucar o mestre, muito menos informá-lo que o mameluco tinha capacidade de desenhar com os pés, dom estranho que o classificaria como outra raça de mameluco, mas isso já não importava mais. O importante é que Scottuns viu o desenho do desastrado mameluco, e esta informação o deixou preocupado com o que poderia encontrar na direção a Ieravan.
Ao descer as intermináveis escadarias da torre Scottuns olhou para Kovalski e disse:
- Meu discípulo! Creio que o ciclo está completo, vosso treinamento demandará um teste de fogo!
- Sim meu senhor! O que pretendes com este vosso servo?
- Tu conduzirás o ataque a Ieravan!
- Sério mestre! Será uma honra senhor das terríveis-palavras-compostas. – Falou o lacaio faceiro.
- Mas antes tu terás que sobreviver a uma reunião matinal com o Mestre... Ahaha

Um comentário:
Tremam guerreiros da virtude, nesta semana começa a preparação de um contigente de homens jamais visto na história da media-escandinávia. Como os antigos guerreiros persas do deus guerreiro Xerxes, marcharemos em direção à Ieravan. Com uma pequena diferença, ao invés de 300 guerreiros espartanos encontraremos apenas 7 guerreiros escandinavos. Como eu disse uma pequena diferença... HAHAHAHAHAHAHAHAHA
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