
Capítulo I – O Refúgio da Floresta
Atravessando a imensidão dos bosques de Ieravan, rumo aos limites da Velha Escandinávia, um grupo de pessoas, conduzidas por um velho homem de coração bondoso e alma de guerreiro, seguia em direção daquele que seria o único lar por algum tempo.
Bem na divisa da Velha Escandinávia com as terras mais conhecidas como Baixa Escandinávia existia um lugar chamado de “O Refúgio”, nome apropriado ao seu propósito de existir já que o local deveria apenas proteger o povo de Ieravan contra situações de perigo extremo.
O líder da caravana, o grande Aririus estava ciente que provavelmente o lugar estaria longe de oferecer qualquer conforto àquelas que estava protegendo, mas sabia que era a única forma de sobreviver caso o pior acontecesse ao seu filho e seus bravos amigos que tentariam de todas as formas possíveis defender suas terras do maldito Richard Scottuns.
Sempre inquieta, uma jovem de cabelo espevitado e silhueta minúscula que estava no grupo aproximou-se do ancião dizendo:
- Falta muito! Onde fica esse refugio? Ele se chama refúgio mesmo? Espero que tenha uma escova! Meus cabelos precisam ser escovados!
Aririus reconhecido sempre pela sua paciência, respondeu quase resmungando:
- Calma minha menina! Estamos muito perto agora!
A jovem aborrecida virou-se então para a prima que se encontrava na mesma carroça e percebendo o olhar aflito da jovem Kamily disse:
- Não te aflijas minha querida! Tudo dará certo! Quer dizer, talvez Frodo tenha alguns arranhões, ou ferimentos graves, mas de qualquer forma creio que tu ainda o verás respirando!
Kamily já estava com os olhos cheios de lágrimas, quando Christine interrompeu dizendo:
- Não dê ouvidos a Lucienne! Sei que tudo terminará bem! Meu modi garantiu-me que a estratégia deles certamente dará certo!
- Isso mesmo! – Disse Ellis confiante. – Meu amado Ederus já lutou tantas batalhas ao redor do mundo que não seria agora, em casa, que ele sucumbiria! Garanto que serão vitoriosos! Quer dizer... Assim eu espero!
- Chegamos! – Gritou Aririus com o entusiasmo de quem chega a um recanto paradisíaco.
Naquele instante todas as charretes pararam e seus tripulantes, mulheres e crianças, desceram para observar melhor o Refúgio. Tratava-se de um imenso galpão, construído pelos primeiros colonizadores espanhóis com a ajuda dos druidas que viviam na floresta. Ao lado um moinho abastecia com água um reservatório com suas imensas pás.
Tudo parecia tranqüilo, exceto por um fato que pareceu muito estranho e que Kamily percebeu antes dos demais:
- Sr. Aririus! O que é aquilo ali? – apontou a moça para a grande porta de carvalho.
Todos olharam curiosos, eis que o bom homem disse:
- Por mil demônios! O lacre da porta foi violado! Mas quem...
Naquele momento as pessoas sentiram um arrepio ameaçador, e vultos emanaram da floresta os cercando em um circulo. Grunhidos aterrorizantes saiam de dentro da relva, enquanto as formas de 5 homens surgiram carregando 2 criaturas medonhas presas em correntes gigantescas.
- Meu Deus! São mamelucos! – Gritou Christine desesperada...
- E cachorrossauros! – Completou Ellis.
Os terríveis seres das trevas tinham sido deixados para trás pelo impaciente Richard Scottuns que os enviara em busca de informações sobre uma clareira. Devido a incompetência natural destas criaturas e pelo seu atraso, o general das sombras desistira de aguardar o seu retorno e segui adiante em direção à Ieravan.
Estes mamelucos infernais perderam-se então e já estavam a algumas horas andando em círculos quando encontraram o local do refúgio. O guerreiro que liderava o pelotão chamava-se Xenofious II e lambendo os seus pútridos beiços proferiu:
- Ora! Ora! Veja o que esse lugar está nos oferecendo! Ahaha. Eu já estava sem saber como alimentar nossos animais!
Os demais mamelucos sacaram suas espadas então e começaram a debochar daquela situação em tom ameaçador.
As moças estavam apavoradas, quando o valente Aririus sacou sua espada e disse:
- Como ousam! Pensam que este velho já não respira mais! Verão que minha espada lhes dará muito trabalho! Preparem-se seus malditos... Ahhhhhhhh!
Atravessando a imensidão dos bosques de Ieravan, rumo aos limites da Velha Escandinávia, um grupo de pessoas, conduzidas por um velho homem de coração bondoso e alma de guerreiro, seguia em direção daquele que seria o único lar por algum tempo.
Bem na divisa da Velha Escandinávia com as terras mais conhecidas como Baixa Escandinávia existia um lugar chamado de “O Refúgio”, nome apropriado ao seu propósito de existir já que o local deveria apenas proteger o povo de Ieravan contra situações de perigo extremo.
O líder da caravana, o grande Aririus estava ciente que provavelmente o lugar estaria longe de oferecer qualquer conforto àquelas que estava protegendo, mas sabia que era a única forma de sobreviver caso o pior acontecesse ao seu filho e seus bravos amigos que tentariam de todas as formas possíveis defender suas terras do maldito Richard Scottuns.
Sempre inquieta, uma jovem de cabelo espevitado e silhueta minúscula que estava no grupo aproximou-se do ancião dizendo:
- Falta muito! Onde fica esse refugio? Ele se chama refúgio mesmo? Espero que tenha uma escova! Meus cabelos precisam ser escovados!
Aririus reconhecido sempre pela sua paciência, respondeu quase resmungando:
- Calma minha menina! Estamos muito perto agora!
A jovem aborrecida virou-se então para a prima que se encontrava na mesma carroça e percebendo o olhar aflito da jovem Kamily disse:
- Não te aflijas minha querida! Tudo dará certo! Quer dizer, talvez Frodo tenha alguns arranhões, ou ferimentos graves, mas de qualquer forma creio que tu ainda o verás respirando!
Kamily já estava com os olhos cheios de lágrimas, quando Christine interrompeu dizendo:
- Não dê ouvidos a Lucienne! Sei que tudo terminará bem! Meu modi garantiu-me que a estratégia deles certamente dará certo!
- Isso mesmo! – Disse Ellis confiante. – Meu amado Ederus já lutou tantas batalhas ao redor do mundo que não seria agora, em casa, que ele sucumbiria! Garanto que serão vitoriosos! Quer dizer... Assim eu espero!
- Chegamos! – Gritou Aririus com o entusiasmo de quem chega a um recanto paradisíaco.
Naquele instante todas as charretes pararam e seus tripulantes, mulheres e crianças, desceram para observar melhor o Refúgio. Tratava-se de um imenso galpão, construído pelos primeiros colonizadores espanhóis com a ajuda dos druidas que viviam na floresta. Ao lado um moinho abastecia com água um reservatório com suas imensas pás.
Tudo parecia tranqüilo, exceto por um fato que pareceu muito estranho e que Kamily percebeu antes dos demais:
- Sr. Aririus! O que é aquilo ali? – apontou a moça para a grande porta de carvalho.
Todos olharam curiosos, eis que o bom homem disse:
- Por mil demônios! O lacre da porta foi violado! Mas quem...
Naquele momento as pessoas sentiram um arrepio ameaçador, e vultos emanaram da floresta os cercando em um circulo. Grunhidos aterrorizantes saiam de dentro da relva, enquanto as formas de 5 homens surgiram carregando 2 criaturas medonhas presas em correntes gigantescas.
- Meu Deus! São mamelucos! – Gritou Christine desesperada...
- E cachorrossauros! – Completou Ellis.
Os terríveis seres das trevas tinham sido deixados para trás pelo impaciente Richard Scottuns que os enviara em busca de informações sobre uma clareira. Devido a incompetência natural destas criaturas e pelo seu atraso, o general das sombras desistira de aguardar o seu retorno e segui adiante em direção à Ieravan.
Estes mamelucos infernais perderam-se então e já estavam a algumas horas andando em círculos quando encontraram o local do refúgio. O guerreiro que liderava o pelotão chamava-se Xenofious II e lambendo os seus pútridos beiços proferiu:
- Ora! Ora! Veja o que esse lugar está nos oferecendo! Ahaha. Eu já estava sem saber como alimentar nossos animais!
Os demais mamelucos sacaram suas espadas então e começaram a debochar daquela situação em tom ameaçador.
As moças estavam apavoradas, quando o valente Aririus sacou sua espada e disse:
- Como ousam! Pensam que este velho já não respira mais! Verão que minha espada lhes dará muito trabalho! Preparem-se seus malditos... Ahhhhhhhh!
2 comentários:
Só os mamelucos para quererem comer estas pobres moças!!!!
putz! e eu inocentemente escrevendo sobre comer no bom sentido!
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