
Capitulo XIII – O reencontro
Capella galopava intensamente na direção de Scottuns, enquanto isso, o fétido general já estava de posse da sua espada Javanesa e pronto para a luta. Na mente do arauto negro ocorria o pensamento que havia décadas que não desafiará um inimigo em um duelo, matar mamelucos que não reagiam tornara-se entediante há tempos.
O herói ao se aproximar do assassino de seus pais saltou de seu potro e girando no por sobre o inimigo raspou sua lamina removendo, quase cirurgicamente, um naco da barba fedorenta de Scottuns.
O maldito espadachim virou-se para o guerreiro e ao perceber a ausência da sua barba, gritou:
- Maldito! Quem és tu que ousas aparar o buço que tanto me orgulha? Diga seu patife antes que eu possa arrancar-te as vísceras?
Capella estava sério, o semblante fechado como nunca antes tinha sido visto naquele herói. Ele fitou Scottuns com um olhar fino e proferiu:
- Seria muita pretensão minha acreditar que te lembrarias de mim! Pois quero que saibas que hoje vingarei aqueles que tiraste a vida!
- Ahaha! Tens muita gente estúpida para vingares então... Tolo, eu jamais sequer fui tocado por um inimigo, quanto mais ser derrotado! Vamos não enrrole! Digas quem tu es?
- Eu sou Capella, filho de Miros! Neto de Waldemar! E irmão de uma inocente que perdeu a vida quando fugíamos de vós, ainda pequenos!
- O que? Tu sobreviveste seu infante miserável! Por dráculos! Terminarei hoje aquilo que iniciei há trinta anos! Prepare-se...
- Me preparei a vida toda, seu maldito! Ahhhhhhh...
Naquele instante ambos partiram um contra o outro com suas espadas. Capella tentou atacar o inimigo por cima, mas Scottuns o repeliu com força em seguida atacando por baixo fazendo com que o herói tivesse que esquivar-se com um mortal para trás.
Durante minutos, esses movimentos e outros tantos se repetiam em uma exaustiva luta de espadas. Os movimentos eram precisos, e demonstravam-se diferentes estilos de ambos os lutadores. Scottuns era mais lento, razão da idade e do peso da armadura de Java, enquanto que Capella com sua agilidade felídea desviava e procurava cada vez mais cansar seu adversário.
Scottuns percebendo a estratégia do inimigo afastou-se de Capella com um chute e ao abrir espaço, ele apontou a lamina para o herói dizendo:
- És forte e bravo garoto! Penso que tu não podes ter sido gerado por aquele fraco cuja cabeça repousa até hoje sob as patas do meu sagaz cavalo árabe! Ahahah.
Aquelas palavras ofensivas tiraram Capella do sério que enlouquecidamente saltou sobre o inimigo no ímpeto de matá-lo logo.
Nesse ponto Scottuns levava vantagem, seu apelo para o emocional do jovem guerreiro tinha surtido efeito e o guerreiro da virtude começara a distrair-se em pequenos detalhes da luta.
Dessa forma o duelo seguiu violentamente, Capella agora subira sobre a cerca, enquanto Scottuns tentava acerta-lo nas pernas, fazendo com que o guerreiro mais uma vez saltasse sobre o inimigo. Ao cair ao solo, Capella foi fortemente jogado contra o chão ao ser atingido por uma rasteira do vilão que imediatamente saltou sobre o herói.
Capella rolou para o lado, desviando da lamina que ferozmente cravou no solo. Com muita agilidade Scottuns removeu a arma e novamente deferiu um golpe contra Capella que tentava levantar-se novamente.
A espada do herói ao defendê-lo foi arremessada para perto da cerca, deixando Capella desarmado perante o inimigo. Scottuns percebera que o momento estava próximo, e lançou-se sobre o guerreiro indefeso.
Capella ainda desviou da espada maldita, até que, por infelicidade foi prensado contra uma arvore. Scottuns então atacou sem piedade, pretendendo cravar sua lamina no peito de Capella. Encurralado naquela situação, o herói saltou no momento em que seria transpassado, e impulsionando-se no tronco da arvore caiu nas costas do inimigo que o pegou pelo pescoço para sufocá-lo.
A força de Scottuns naquele momento era tremenda, e a qualquer instante o pescoço do herói poderia partir-se, encerrando naquele dia a sua jornada pela justiça.
O ar estava faltando, seus sentidos aos poucos o deixavam enquanto ele lutava com toda a sua força para livrar-se das mãos medonhas e assassinas de Scottuns. De repente, quando não podia mais ouvir o som ao seu redor, e com o fim se aproximando, capella começou a ouvir uma voz lhe sussurrar baixinho:
- Vamos!!!! Vamos!!! Garoto, nós contamos com você! Não desista, você não pode desistir!
A voz era familiar, sim, era a voz de seu pai que ele estava ouvindo. Naquele momento, parecia que algo lhe trazia sua força de volta, o jovem fechou os olhos e contraindo todos os seus músculos segurou as mãos do inimigo com toda a sua força.
Scottuns que já estava contando com a vitória, assustou-se ao perceber que aquele homem quase morto estava reagindo. Capella aos poucos se levantava abrindo os braços do general, e quando já estava quase de pé, arremessou o inimigo em direção à árvore.
Scottuns puxou sua espada presa no tronco e virou-se para Capella, mas não o enxergou. Sem avista-lo o arauto de Badslov gritou:
- Fugiste seu franguinho covarde, hehehehe! Corra para seus amigos, só assim para sobreviveres a mim! Aahaha.
De repente como um trovão divino, uma voz cortou o ar como se fosse uma adaga. De cima da árvore centenária, sobre um de seus majestosos galhos Capella que empunhava sua katana disse:
- Melhor olhares direito seu miserável! Chega de ser atacado por vós, dessa vez tu provarás pela primeira vez a lamina de um inimigo..... yehaaaa
Capella galopava intensamente na direção de Scottuns, enquanto isso, o fétido general já estava de posse da sua espada Javanesa e pronto para a luta. Na mente do arauto negro ocorria o pensamento que havia décadas que não desafiará um inimigo em um duelo, matar mamelucos que não reagiam tornara-se entediante há tempos.
O herói ao se aproximar do assassino de seus pais saltou de seu potro e girando no por sobre o inimigo raspou sua lamina removendo, quase cirurgicamente, um naco da barba fedorenta de Scottuns.
O maldito espadachim virou-se para o guerreiro e ao perceber a ausência da sua barba, gritou:
- Maldito! Quem és tu que ousas aparar o buço que tanto me orgulha? Diga seu patife antes que eu possa arrancar-te as vísceras?
Capella estava sério, o semblante fechado como nunca antes tinha sido visto naquele herói. Ele fitou Scottuns com um olhar fino e proferiu:
- Seria muita pretensão minha acreditar que te lembrarias de mim! Pois quero que saibas que hoje vingarei aqueles que tiraste a vida!
- Ahaha! Tens muita gente estúpida para vingares então... Tolo, eu jamais sequer fui tocado por um inimigo, quanto mais ser derrotado! Vamos não enrrole! Digas quem tu es?
- Eu sou Capella, filho de Miros! Neto de Waldemar! E irmão de uma inocente que perdeu a vida quando fugíamos de vós, ainda pequenos!
- O que? Tu sobreviveste seu infante miserável! Por dráculos! Terminarei hoje aquilo que iniciei há trinta anos! Prepare-se...
- Me preparei a vida toda, seu maldito! Ahhhhhhh...
Naquele instante ambos partiram um contra o outro com suas espadas. Capella tentou atacar o inimigo por cima, mas Scottuns o repeliu com força em seguida atacando por baixo fazendo com que o herói tivesse que esquivar-se com um mortal para trás.
Durante minutos, esses movimentos e outros tantos se repetiam em uma exaustiva luta de espadas. Os movimentos eram precisos, e demonstravam-se diferentes estilos de ambos os lutadores. Scottuns era mais lento, razão da idade e do peso da armadura de Java, enquanto que Capella com sua agilidade felídea desviava e procurava cada vez mais cansar seu adversário.
Scottuns percebendo a estratégia do inimigo afastou-se de Capella com um chute e ao abrir espaço, ele apontou a lamina para o herói dizendo:
- És forte e bravo garoto! Penso que tu não podes ter sido gerado por aquele fraco cuja cabeça repousa até hoje sob as patas do meu sagaz cavalo árabe! Ahahah.
Aquelas palavras ofensivas tiraram Capella do sério que enlouquecidamente saltou sobre o inimigo no ímpeto de matá-lo logo.
Nesse ponto Scottuns levava vantagem, seu apelo para o emocional do jovem guerreiro tinha surtido efeito e o guerreiro da virtude começara a distrair-se em pequenos detalhes da luta.
Dessa forma o duelo seguiu violentamente, Capella agora subira sobre a cerca, enquanto Scottuns tentava acerta-lo nas pernas, fazendo com que o guerreiro mais uma vez saltasse sobre o inimigo. Ao cair ao solo, Capella foi fortemente jogado contra o chão ao ser atingido por uma rasteira do vilão que imediatamente saltou sobre o herói.
Capella rolou para o lado, desviando da lamina que ferozmente cravou no solo. Com muita agilidade Scottuns removeu a arma e novamente deferiu um golpe contra Capella que tentava levantar-se novamente.
A espada do herói ao defendê-lo foi arremessada para perto da cerca, deixando Capella desarmado perante o inimigo. Scottuns percebera que o momento estava próximo, e lançou-se sobre o guerreiro indefeso.
Capella ainda desviou da espada maldita, até que, por infelicidade foi prensado contra uma arvore. Scottuns então atacou sem piedade, pretendendo cravar sua lamina no peito de Capella. Encurralado naquela situação, o herói saltou no momento em que seria transpassado, e impulsionando-se no tronco da arvore caiu nas costas do inimigo que o pegou pelo pescoço para sufocá-lo.
A força de Scottuns naquele momento era tremenda, e a qualquer instante o pescoço do herói poderia partir-se, encerrando naquele dia a sua jornada pela justiça.
O ar estava faltando, seus sentidos aos poucos o deixavam enquanto ele lutava com toda a sua força para livrar-se das mãos medonhas e assassinas de Scottuns. De repente, quando não podia mais ouvir o som ao seu redor, e com o fim se aproximando, capella começou a ouvir uma voz lhe sussurrar baixinho:
- Vamos!!!! Vamos!!! Garoto, nós contamos com você! Não desista, você não pode desistir!
A voz era familiar, sim, era a voz de seu pai que ele estava ouvindo. Naquele momento, parecia que algo lhe trazia sua força de volta, o jovem fechou os olhos e contraindo todos os seus músculos segurou as mãos do inimigo com toda a sua força.
Scottuns que já estava contando com a vitória, assustou-se ao perceber que aquele homem quase morto estava reagindo. Capella aos poucos se levantava abrindo os braços do general, e quando já estava quase de pé, arremessou o inimigo em direção à árvore.
Scottuns puxou sua espada presa no tronco e virou-se para Capella, mas não o enxergou. Sem avista-lo o arauto de Badslov gritou:
- Fugiste seu franguinho covarde, hehehehe! Corra para seus amigos, só assim para sobreviveres a mim! Aahaha.
De repente como um trovão divino, uma voz cortou o ar como se fosse uma adaga. De cima da árvore centenária, sobre um de seus majestosos galhos Capella que empunhava sua katana disse:
- Melhor olhares direito seu miserável! Chega de ser atacado por vós, dessa vez tu provarás pela primeira vez a lamina de um inimigo..... yehaaaa
6 comentários:
Pimenta:
mas ahhh...
isso que é agilidade!!!
trema Scottuns...
Scottuns:
MALDIÇÃO!
Sou eu, sempre, quem posta o primeiro comentário!!!!!
ps: Posso saber porque ultimamente sempre me desenha de costas? Acaso sou feio?
Pimenta:
hehehehe...
Sr. Scottuns, é que quero que os demais leitores entendam o seu ponto vista, vejam as coisas do jeito que o Sr. vê...
MENTIRA!!! a verdade é que desenhar de perfil não é muito meu forte, se é que tenho algum forte, então se alguém está de frente logo alguém deverá estar de costas, pois se também estivesse de frente seria ferozmente apunhalado.
e Sr. Scottuns, aconselho a procurar o Cavaleiro da Clemência,
pois a coisa ta ficando feia pro teu lado...
Scottuns:
Pois é, tá ficando feia mesmo...
se pelo menos o Capella parasse de "saltitar" na minha frente.
A narração dele me lembrou a primeira vez que vemos o mestre Yoda lutando contra o Maléfico conde Dookan (ou Dokú, se prestarmos a atenção quando o pessoal do filme fala o nome dele.)
O capella deve ter aprendido a lutar com o mestre Yoda!
Corrigindo: o mestre Yoda recebeu umas aulinhas comigo! Até porque se o contrário fosse verdade, eu teria conseguido um sabre de luz e não uma Katana.
Alias, boa idéia essa, eu poderia encontrar por acaso uma dessas e dai pra frente adeus Badslov, heheheh
Scottuns:
Tem no Ebay pra vender...
Mas daí a luta fica desparelha.
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